Objeto Interativo- Versão Final
Visando-se expandir possibilidades de interação entre duas ou mais pessoas, o foco agora é o aumento do número de objetos (mais dois foram criados), com propostas semelhantes mas com diferenças sutis na usabilidade. Enquanto um conta com uma maior rigidez e formatos mais angulosos, o outro é mais flexível e sugere algo circular. Circuitos que produzem luz quando acionados foram introduzidos em dois dos objetos, resolvendo o problema da separação anterior e estimulando a interação, à medida que estes serão acionados apenas mediante determinadas posições feitas com o material. Dessa forma procurou-se também resolver a questão da separação entre o objeto em si e seu componente eletrônico.
Uma importante virtualidade a ser destacada é a das formas possíveis de serem elaboradas, tanto dos objetos em conjunto, como sozinhos e ainda quando contam com a presença da luz.
Nesse caso, o que se nota é o uso de uma interface eletrônica simples e reativa mas que, por estar atrelada a um material e uma forma que dão liberdade de experimentação ao usuário, acaba por complexificar a interação em si, tornando-a uma interatividade interativa.
Proposta:
O que pretendeu-se promover com a concepção dos objetos foi a experimentação do usuário ou usuários em compor diferentes imagens, formas e pontos de vista de um mesmo ponto de partida. Sendo assim, busca-se tornar o usuário agente integrante do processo de elaboração da forma, podendo altera-la com suas próprias mãos, fugindo de uma lógica puramente observacional. Nesse sentido, necessitava-se de um material flexível, mas ao mesmo tempo resistente e que, após o uso de uma pessoa, voltasse a sua conformação inicial, pronto para outra interação subsequente. O plástico de radiografia foi o material perfeito para isso, flexível, resistente e maleável.
A eletrônica serviu como como componente importante ao acrescentar a luz ao objeto. Os objetos resultantes, por estarem recortados de maneiras curiosas, acabam criando sombras interessantes quando incididos de luzes coloridas. Há ainda de se levar em conta a reflexão gerada por meio do material utilizado (algo que inicialmente não avia sido planejado) que distorce a luz gerando efeitos variados.
Uma importante virtualidade a ser destacada é a das formas possíveis de serem elaboradas, tanto dos objetos em conjunto, como sozinhos e ainda quando contam com a presença da luz.
Nesse caso, o que se nota é o uso de uma interface eletrônica simples e reativa mas que, por estar atrelada a um material e uma forma que dão liberdade de experimentação ao usuário, acaba por complexificar a interação em si, tornando-a uma interatividade interativa.
Proposta:
O que pretendeu-se promover com a concepção dos objetos foi a experimentação do usuário ou usuários em compor diferentes imagens, formas e pontos de vista de um mesmo ponto de partida. Sendo assim, busca-se tornar o usuário agente integrante do processo de elaboração da forma, podendo altera-la com suas próprias mãos, fugindo de uma lógica puramente observacional. Nesse sentido, necessitava-se de um material flexível, mas ao mesmo tempo resistente e que, após o uso de uma pessoa, voltasse a sua conformação inicial, pronto para outra interação subsequente. O plástico de radiografia foi o material perfeito para isso, flexível, resistente e maleável.
A eletrônica serviu como como componente importante ao acrescentar a luz ao objeto. Os objetos resultantes, por estarem recortados de maneiras curiosas, acabam criando sombras interessantes quando incididos de luzes coloridas. Há ainda de se levar em conta a reflexão gerada por meio do material utilizado (algo que inicialmente não avia sido planejado) que distorce a luz gerando efeitos variados.


















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