Postagens

Mostrando postagens de maio, 2017

Estratégias de apropriação do espaço com o corpo

Imagem
Parkour   É uma prática que tem por objetivo desenvolver habilidades que possibilitem melhor movimentação. Força, resistência, agilidade, precisão, noção espacial, equilíbrio, tempo de reação e criatividade são algumas dessas habilidades desenvolvidas com o Parkour. A ideia é que nenhum obstáculo impossibilite o praticante de seguir à diante em seu percurso.   A atividade utiliza de movimentos naturais do corpo humano como correr, saltar e escalar, combinadas com técnicas específicas que melhoram o desempenho do praticante perante o ambiente. Trata-se de uma prática que explora todo o potencial físico e mental de quem pratica. Há necessidade de desenvolver o corpo, que é usado como única ferramenta. O Parkour é acessível a qualquer um, em qualquer lugar, bastando estar com uma roupa confortável, um par de tênis e força de vontade. Deriva   A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas ...

Storyboard- Vídeo do objeto interativo

Imagem

Cadderno técnico (em progresso)

Imagem

Seminário de design de interação

Infinito ao cubo- Cantoni Crescenti   A obra de Crescenti é interessante, por permitir que o expectador interaja diretamente com ela, experimentando um ambiente atípico propriciado pelas infinitas reflexões nos espelhos aliadas ao desequilíbrio.   O autor se vale de uma lógica finalística, a de propor a simulação do infinito, o que é interessante, mas não chega a criar um contexto programático. A interface de interação é composta por molas aos pés da estrutura, agindo de forma reativa de acordo com a distribuição do peso dos envolvidos. Ainda assim, percebe-se certa interação dialógica a partir do momento em que o movimento interfere na formação das imagens, que passam por sua vez a estimular novas experimentações do envolvido, ainda que pouco possa realmente ser feito.    Ha pouca virtualidade devido ao caráter finalístico, ficando o foco sobretudo na contemplação. Mesmo esta poderia ainda ter sido mais explorada, visto que o público rapidamente tende a banalizar...

Diferença entre arquitetura e roupa- Complementação

   Certamente, como ficou explícito no debate, arquitetura e roupa têm muito em comum. Ainda assim, certas diferenças podem ser pontuadas, sendo uma delas o que cada uma busca de certa forma conter, ocultar ou limitar.    A roupa notadamente é um item de uso individual que visa de certa forma conter a nudez de nossos corpos, nitidamente vista como tabu na sociedade contemporânea. É dessa forma uma espécie de fronteira entre o íntimo e o externo, que pode ser selecionada a fim de passar as mais diversas informações.     A arquitetura por sua vez divide espaços, criando, por exemplo, o público e o privado. A arquitetura portanto tem o poder de criar contextos de interação, hierarquia entre espaços e limites físicos que interferem diretamente na forma com que a sociedade funciona.    Nesse sentido, ambas por mais que sejam diferentes parecem ser análogas, quase como se a roupa fosse uma espécie de arquitetura em escala reduzida de uso indivi...

Crítica ao próprio objeto

Imagem
   O objeto em questão tem seu lado programático, uma vez que não assume função definida e ao mesmo tempo sua forma maleável abre possibilidades diversas para a interação. A interface eletrônica é reativa (luzes de LED que brilham ao serem conectadas à batera) contudo, a partir do momento em que a luz atravessa o objeto criando imagens variadas, tem-se uma relação dialógica, uma vez que as imagens geradas instigam a experimentação, influenciando elas mesmas na forma com que o usuário lida com o objeto. A interatividade é portanto interativa, a medida que ha uma liberdade de criação. A virtualidade está contida no objeto, visto que ha uma gama enorme tanto de configurações da forma do objeto, quanto de combinações de cores e posicionamento das luzes, mesmo estes não estando manifestos.    Falhas são visíveis na elaboração do objeto. A interface eletrônica se encontra fisicamente desconectada do objeto em si, sendo sua relação com o restante pouco intuitiva a princí...

Feflexão sobre a pergunta criada em grupo

   A pergunta desenvolvida por meu grupo foi: "Como a virtualidade se torna um obstáculo?". Ao se entender a virtualidade como evento latente ainda não manifesto, essa teoricamente teria mais a capacidade de abrir possibilidades para ações futuras do que de obstruir. Contudo, algo como um excesso de virtualidade notadamente cria uma espécie de quadro branco, objeto de abertura extrema à ação externa, mas que não se vê dotado de nenhuma proposta ou limite, é apenas o virtual pelo virtual. Dessa forma, a virtualidade passaria a ser obstáculo quando encarada numa relação de quadro branco com o usuário, abrindo tantas possibilidades que a abertura em si depende apenas do usuário, sendo esta pois quase que banalizada.

Objeto Interativo- Protótipo 3

Imagem
Materiais utilizados: Radiografias Lâmpadas de LED Baterias    O novo protótipo pouca relação tem com os anteriores. O que se busca agora é criar um objeto que convide o usuário a o explorar com o corpo, bem como a experimentar se aventurar com os LEDs na construção de imagens muito singulares numa espécie de jogo de luz, sombra e reflexão. O material escolhido, flexivel e ao mesmo tempo resistente, abre possibilidades para que o usuário altere sua forma com uma certa liberdade. Ao mesmo tempo, a radiografia é feita de um material opaco, refletor e de transparência desigual, o que gera efeitos diversos quando incidido de luz. Algumas das configurações e estão abaixo.

Objeto Interativo- Protótipo 2

Imagem
Materiais utilizados: Papel sulfite Bolinhas de plástico Palito de fósforo Recipiente de plástico resistente   A primeira mudança estabelecida foi a da forma física do objeto, que passa a ser mais arredondada e menos limitadora, uma vez que agora o usuário pode interagir diretamente com as imagens contidas no objeto. A forma deixa de ser representativa.    Os papeis passam a conter, além  de imagens subjetivas, símbolos variados e até mesmo palavras, como uma forma de ampliar a idéia inicial trazida a partir do pendrive. Dessa forma procura-se trazer algo como a ideia de um grande fluxo de dados na contemporaneidade.    Abaixo da região destinada aos papéis ha uma série de bolinhas de plástico que fazem uma espécie de ruído quando o objeto é agitado ou apenas movimentado. A ideia é traduzir em ruído toda a avalanche de informações que pode ser interpretada.    A concepção programática do objeto estaria nas diversas configuraç...

Objeto Interativo- protótipo 1

Imagem
Materiais utilizados: Palitos de fósforo para compor a estrutura. Papel vegetal para as faces poligonais. Papel sulfite para as tiras. Fios de plástico.    O objeto interativo elaborado advém da ligação entre fones de ouvido, uma barraca e um pendrive, estabelecida a partir da rede obtida em aula.    Em sua concepção, optei por um formato mais geométrico, que lembrasse um poliedro e que servisse como uma especie de receptáculo (inspirado a partir da barraca). Contudo, a forma final acabou ficando muito representativa.   A ideia extraída do pendrive foi a da grande quantidade de informações que o objeto poderia conter. Nesse sentido, as paredes do objeto, feitas de papel vegetal e por tanto dotadas de certa transparência, contêm pedaços móveis de papéis coloridos de forma abstrata. A intenção é que movimentando o objeto uma nova configuração surja, podendo inspirar o espectador de alguma forma.    Quanto aos fones de ouvido, fios de plástico ...