Crítica ao próprio objeto
O objeto em questão tem seu lado programático, uma vez que não assume função definida e ao mesmo tempo sua forma maleável abre possibilidades diversas para a interação. A interface eletrônica é reativa (luzes de LED que brilham ao serem conectadas à batera) contudo, a partir do momento em que a luz atravessa o objeto criando imagens variadas, tem-se uma relação dialógica, uma vez que as imagens geradas instigam a experimentação, influenciando elas mesmas na forma com que o usuário lida com o objeto. A interatividade é portanto interativa, a medida que ha uma liberdade de criação. A virtualidade está contida no objeto, visto que ha uma gama enorme tanto de configurações da forma do objeto, quanto de combinações de cores e posicionamento das luzes, mesmo estes não estando manifestos.
Falhas são visíveis na elaboração do objeto. A interface eletrônica se encontra fisicamente desconectada do objeto em si, sendo sua relação com o restante pouco intuitiva a princípio, ao mesmo tempo em que a forma do objeto poderia ter sido melhor elaborada. Ha pouco apelo para que haja uma interação pessoa-pessoa por meio da interações com o objeto, o que seria interessante de se investir para expandir possibilidades.
Falhas são visíveis na elaboração do objeto. A interface eletrônica se encontra fisicamente desconectada do objeto em si, sendo sua relação com o restante pouco intuitiva a princípio, ao mesmo tempo em que a forma do objeto poderia ter sido melhor elaborada. Ha pouco apelo para que haja uma interação pessoa-pessoa por meio da interações com o objeto, o que seria interessante de se investir para expandir possibilidades.

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